<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde | TvOn News - Informação e Entretenimento</title>
	<atom:link href="https://www.tvon.la/topico/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.tvon.la/topico/saude/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Apr 2026 11:59:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.tvon.la/wp-content/uploads/2020/03/cropped-favicon-32x32.jpg</url>
	<title>Saúde | TvOn News - Informação e Entretenimento</title>
	<link>https://www.tvon.la/topico/saude/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>SES divulga 1º LIRAa de 2026 e detalha risco de arboviroses em cidades de MS</title>
		<link>https://www.tvon.la/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41113</guid>

					<description><![CDATA[<p>A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) divulgou os resultados do primeiro ciclo do LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti) de 2026, realizado em janeiro, evidenciando um cenário de atenção para o risco de arboviroses no Estado. Os dados reforçam o alerta especialmente para municípios classificados em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/">SES divulga 1º LIRAa de 2026 e detalha risco de arboviroses em cidades de MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) divulgou os resultados do primeiro ciclo do LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti) de 2026, realizado em janeiro, evidenciando um cenário de atenção para o risco de arboviroses no Estado.</p>
<p>Os dados reforçam o alerta especialmente para municípios classificados em médio risco (índice de 1 a 3,9) e, principalmente, alto risco (acima de 4), que apresentam maior probabilidade de ocorrência de surtos e epidemias de doenças como dengue, zika e chikungunya.</p>
<p><strong>Municípios em alto risco exigem resposta imediata</strong></p>
<p>Entre os municípios com alto risco de infestação, estão: Rio Negro (8,80), Paranhos (8,20), Eldorado (7,00), Terenos (6,20) e Santa Rita do Pardo (6,00).</p>
<p>Outras cidades como Maracaju (4,90), Vicentina (4,60) e Naviraí (4,10) também permanecem em situação de alerta, demandando intensificação imediata das ações de controle e mobilização local.</p>
<p><strong>Faixa de médio risco também preocupa</strong></p>
<p>Na classificação de médio risco, que já indica cenário de alerta, estão municípios como Anaurilândia (3,90), Água Clara (3,70), Ponta Porã (3,70), Bataguassu (3,50) e outros com índices próximos ao limite para alto risco.</p>
<p>Campo Grande, com índice de 1,40, também se encontra nessa faixa, reforçando a necessidade de manutenção e intensificação das ações de vigilância.</p>
<p><strong>Municípios com índice zero também devem manter atenção</strong></p>
<p>Apesar de alguns municípios apresentarem índice zero, como Chapadão do Sul, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Itaquiraí, Japorã, Jaraguari e Juti, a SES alerta que esse cenário deve ser analisado com cautela.</p>
<p>É fundamental verificar se o levantamento foi realizado de forma adequada e confrontar os dados com outros indicadores, como o monitoramento por ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença do mosquito, disponíveis no boletim epidemiológico.</p>
<p>Esse cruzamento de informações é essencial para garantir a confiabilidade dos dados e evitar uma falsa sensação de segurança.</p>
<p><strong>Monitoramento orienta ações e fortalece prevenção</strong></p>
<p>O LIRAa é uma ferramenta estratégica para identificar a infestação do Aedes aegypti e direcionar ações mais eficazes nos municípios, permitindo respostas rápidas e focadas nas áreas de maior risco.</p>
<p>As informações subsidiam desde visitas domiciliares até ações de bloqueio, eliminação de criadouros e campanhas educativas.</p>
<p>A SES também informa que um novo ciclo do LIRAa será realizado nas duas últimas semanas de maio, permitindo a atualização dos índices de infestação e o redirecionamento das estratégias de enfrentamento ao Aedes aegypti nos municípios.</p>
<p><strong>Autoridades reforçam alerta e responsabilidade coletiva</strong></p>
<p>A secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, destacou a importância do uso dos dados para antecipar cenários críticos.<br />
“Os municípios em médio e principalmente, em alto risco precisam intensificar imediatamente as ações de controle. Esses índices indicam maior probabilidade de surtos, e o enfrentamento precisa ser rápido, coordenado e contínuo, com apoio do Estado e participação ativa da população”, afirmou.</p>
<p>Ela também reforçou a necessidade de manter a vigilância mesmo em cidades com bons indicadores.<br />
“Mesmo os municípios com índice zero devem analisar cuidadosamente os dados, confrontando com outros instrumentos, como as ovitrampas, para garantir que não haja subnotificação ou falhas no levantamento”, completou.</p>
<p>O gerente estadual de Combate às Arboviroses, Márcio Luiz de Oliveira, destacou a atuação estratégica a partir dos dados do levantamento.<br />
“O Estado já utiliza essas informações para direcionar as ações de forma mais precisa, priorizando os municípios com maiores índices e intensificando o apoio técnico, as visitas de campo e as estratégias de eliminação de criadouros. O monitoramento permite respostas mais rápidas e eficazes no enfrentamento ao mosquito”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o momento exige mobilização contínua.<br />
“Estamos em um período favorável à proliferação do mosquito, e qualquer descuido pode resultar no aumento de casos. Por isso, é fundamental que municípios e população atuem juntos na eliminação de criadouros”, enfatizou.</p>
<p><strong>População é peça-chave no combate ao mosquito</strong></p>
<p>A SES reforça que o enfrentamento ao Aedes aegypti depende da participação de toda a população. A eliminação de recipientes que acumulam água, a limpeza de quintais e a atenção aos ambientes domésticos são medidas simples, mas essenciais para conter a proliferação do mosquito.</p>
<p>A recomendação é manter a vigilância ativa em todos os municípios, independentemente do nível de risco, prevenindo a ocorrência de surtos e protegendo a saúde da população.</p>
<div id="gallery-1" class="gallery galleryid-538617 gallery-columns-3 gallery-size-large">
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/boletim-liraa-3/"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="attachment-large size-large" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-3.jpg" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-3.jpg 730w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-3-300x175.jpg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-3-350x204.jpg 350w" alt="" width="730" height="425" /></a></div>
</figure>
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/boletim-liraa-2/"><img decoding="async" class="attachment-large size-large" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2-1024x606.jpeg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2-1024x606.jpeg 1024w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2-300x177.jpeg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2-768x454.jpeg 768w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2-350x207.jpeg 350w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-2.jpeg 1528w" alt="" width="1024" height="606" /></a></div>
</figure>
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/boletim-liraa-1/"><img decoding="async" class="attachment-large size-large" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-1024x683.jpg" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-1024x683.jpg 1024w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-300x200.jpg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-768x512.jpg 768w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-1536x1025.jpg 1536w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1-350x232.jpg 350w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Boletim-LIRAa-1.jpg 1920w" alt="" width="1024" height="683" /></a></div>
</figure>
</div>
<h6>
<em>Fotos: Divulgação SES</em></h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/ses-divulga-1o-liraa-de-2026-e-detalha-risco-de-arboviroses-em-cidades-de-ms/">SES divulga 1º LIRAa de 2026 e detalha risco de arboviroses em cidades de MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como funciona o financiamento da saúde pública? Entenda como os recursos chegam aos municípios</title>
		<link>https://www.tvon.la/como-funciona-o-financiamento-da-saude-publica-entenda-como-os-recursos-chegam-aos-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41055</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou como o dinheiro da saúde pública é aplicado e quem é responsável por cada etapa do atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde)? A resposta passa por um modelo chamado gestão tripartite, no qual União, estados e municípios compartilham responsabilidades no financiamento e na execução das ações de saúde. No SUS, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/como-funciona-o-financiamento-da-saude-publica-entenda-como-os-recursos-chegam-aos-municipios/">Como funciona o financiamento da saúde pública? Entenda como os recursos chegam aos municípios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se perguntou como o dinheiro da saúde pública é aplicado e quem é responsável por cada etapa do atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde)?</p>
<p>A resposta passa por um modelo chamado gestão tripartite, no qual União, estados e municípios compartilham responsabilidades no financiamento e na execução das ações de saúde.</p>
<p>No SUS, esse modelo permite organizar desde a vacinação e consultas básicas até atendimentos hospitalares de alta complexidade, garantindo que os recursos cheguem aos serviços utilizados pela população.</p>
<p><strong>Gestão tripartite: como funciona</strong></p>
<p>O financiamento da saúde pública no Brasil é dividido entre três níveis de governo:<br />
• União, responsável por repasses nacionais e políticas estratégicas;<br />
• Estados, que coordenam a rede regional de saúde e apoiam os municípios;<br />
• Municípios, responsáveis pela execução direta da maior parte dos serviços, como atendimento nas unidades de saúde.</p>
<p>Esse modelo permite que os recursos sejam distribuídos de forma organizada entre as diferentes etapas do atendimento.</p>
<p><strong>Como o recurso chega aos municípios</strong></p>
<p>Grande parte do financiamento da saúde funciona por meio de transferências chamadas de “fundo a fundo”.</p>
<p>Nesse modelo, o recurso sai do Fundo Nacional de Saúde e é transferido para os fundos estaduais e municipais, que utilizam os valores para custear serviços, programas e ações de saúde.</p>
<p>Na prática, isso significa que o Governo do Estado exerce papel central na organização e distribuição dos recursos, coordenando a rede regional de saúde e garantindo o apoio necessário para a execução dos atendimentos no SUS.</p>
<p>“O financiamento da saúde é compartilhado, mas ele só se concretiza de fato quando chega na ponta, no atendimento à população. Por isso, é fundamental essa articulação entre União, Estado e municípios, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficiente e cheguem onde as pessoas mais precisam”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões.</p>
<p><strong>Onde os recursos são aplicados</strong></p>
<p>Os recursos públicos financiam diferentes áreas da rede de saúde, entre elas:<br />
• atendimento nas UBS (Unidades Básicas de Saúde)<br />
• serviços de urgência e emergência<br />
• consultas, exames e cirurgias<br />
• programas de vacinação e prevenção<br />
• custeio de hospitais e unidades especializadas</p>
<p>Também são utilizados para aquisição de medicamentos, equipamentos, manutenção das unidades e pagamento de profissionais de saúde.</p>
<p><strong>Investimento em saúde no Estado</strong></p>
<p>Dados do RDQA (Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior) mostram que, em 2025, Mato Grosso do Sul aplicou mais de R$ 2,95 bilhões em ações e serviços públicos de saúde, considerando diferentes fontes de financiamento.</p>
<p>Somente com recursos próprios do Estado, foram R$ 2,39 bilhões investidos na área, valor que corresponde a 12,26% da receita estadual, percentual acima do mínimo constitucional exigido.</p>
<p>“Esse investimento é essencial para manter a rede funcionando e ampliar o acesso da população aos serviços. O Estado tem atuado de forma contínua para fortalecer a assistência e apoiar os municípios em todas as regiões”, reforça o secretário Maurício Simões.</p>
<p><strong>Quem executa os serviços</strong></p>
<p>Embora o financiamento seja compartilhado entre os três níveis de governo, a maior parte dos atendimentos é realizada pelos municípios, especialmente na Atenção Primária.</p>
<p>Cabe ao Estado organizar a rede regional de saúde, apoiar os municípios e garantir serviços de média e alta complexidade, como hospitais regionais, transplantes, centros especializados e programas estratégicos.</p>
<p><strong>Uma rede integrada</strong></p>
<p>O modelo tripartite permite que o SUS funcione como uma rede integrada, onde cada esfera de governo assume responsabilidades específicas.</p>
<p>Essa estrutura garante que a população tenha acesso a diferentes níveis de atendimento, desde a unidade básica de saúde até hospitais especializados, dentro de um sistema público que atende milhões de brasileiros todos os dias.</p>
<p>“O Estado tem um papel central na organização da rede de saúde, articulando os serviços e ampliando o acesso da população. Esse trabalho é essencial para garantir mais qualidade e eficiência no atendimento em todas as regiões”, finaliza o secretário.</p>
<h6>Foto: Arquivo SES</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/como-funciona-o-financiamento-da-saude-publica-entenda-como-os-recursos-chegam-aos-municipios/">Como funciona o financiamento da saúde pública? Entenda como os recursos chegam aos municípios</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vacinação contra influenza já pode começar nos municípios de MS; SES orienta início imediato</title>
		<link>https://www.tvon.la/vacinacao-contra-influenza-ja-pode-comecar-nos-municipios-de-ms-ses-orienta-inicio-imediato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41051</guid>

					<description><![CDATA[<p>A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) orienta que os municípios já iniciem a aplicação da vacina contra a influenza, mesmo antes do Dia D da mobilização nacional, marcado para o próximo sábado, 28 de março. As doses da primeira remessa já foram entregues aos 79 municípios, permitindo que cada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/vacinacao-contra-influenza-ja-pode-comecar-nos-municipios-de-ms-ses-orienta-inicio-imediato/">Vacinação contra influenza já pode começar nos municípios de MS; SES orienta início imediato</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) orienta que os municípios já iniciem a aplicação da vacina contra a influenza, mesmo antes do Dia D da mobilização nacional, marcado para o próximo sábado, 28 de março. As doses da primeira remessa já foram entregues aos 79 municípios, permitindo que cada gestão local organize o início imediato da imunização em suas unidades de saúde.</p>
<p>De acordo com a coordenadora estadual de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a antecipação é estratégica devido ao momento atual. “A vacina chega em um cenário epidemiológico ruim para o Estado, onde já registramos uma circulação viral alta. Por isso, precisamos vacinar o maior número de pessoas o quanto antes, especialmente os grupos de maior vulnerabilidade”, destacou.</p>
<p>A estratégia segue o calendário do Ministério da Saúde, que prevê a mobilização nacional até o dia 30 de maio. No entanto, o foco é garantir a proteção antes do período de maior circulação dos vírus respiratórios. A coordenadora reforça que o início imediato nas unidades não anula a importância da grande mobilização de sábado.</p>
<p>“A manutenção do Dia D, no dia 28 de março, é fundamental. É o momento em que conseguimos captar e ofertar a vacina para um número muito grande de pessoas de uma só vez, ampliando rapidamente a nossa cobertura”, acrescentou Ana Paula.</p>
<p><strong>Dados e Público-Alvo</strong></p>
<p>A primeira remessa destinada a Mato Grosso do Sul conta com 80 mil doses, o que representa cerca de 6,5% da população-alvo estimada (aproximadamente 1,1 milhão de pessoas). A meta é vacinar, no mínimo, 90% de cada um dos grupos prioritários, com atenção especial aos &#8220;grupos de rotina&#8221;:</p>
<ul>
<li>Crianças (6 meses a menores de 6 anos);</li>
<li>Gestantes e puérperas;</li>
<li>Idosos (60 anos ou mais);</li>
<li>Pessoas com comorbidades.</li>
</ul>
<p>A campanha também contempla trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, entre outros grupos definidos pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações).</p>
<p><strong>Ações Estratégicas</strong></p>
<p>Para facilitar o acesso, o Estado prevê ações complementares, como atividades extramuros com o uso do Vacimóvel e mobilizações intensificadas em cidades polos como Corumbá, Dourados e Ponta Porã, em parceria com as prefeituras.</p>
<p>A SES reitera que a vacinação é a ferramenta mais eficaz para evitar casos graves, internações e óbitos. A orientação é que o público prioritário não espere e procure a unidade de saúde mais próxima o quanto antes.</p>
<h6>
<em>Foto: Divulgação SES</em></h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/vacinacao-contra-influenza-ja-pode-comecar-nos-municipios-de-ms-ses-orienta-inicio-imediato/">Vacinação contra influenza já pode começar nos municípios de MS; SES orienta início imediato</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estado articula para trazer vacina da chikungunya para MS e garante inclusão em estratégia piloto nacional</title>
		<link>https://www.tvon.la/estado-articula-para-trazer-vacina-da-chikungunya-para-ms-e-garante-inclusao-em-estrategia-piloto-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41038</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mato Grosso do Sul vai receber a vacina contra a chikungunya como parte da estratégia piloto do Ministério da Saúde. A inclusão ocorre após solicitação formal da SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), motivada pelo cenário epidemiológico registrado em Dourados, especialmente em território indígena. Antes mesmo da confirmação do envio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/estado-articula-para-trazer-vacina-da-chikungunya-para-ms-e-garante-inclusao-em-estrategia-piloto-nacional/">Estado articula para trazer vacina da chikungunya para MS e garante inclusão em estratégia piloto nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mato Grosso do Sul vai receber a vacina contra a chikungunya como parte da estratégia piloto do Ministério da Saúde. A inclusão ocorre após solicitação formal da SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), motivada pelo cenário epidemiológico registrado em Dourados, especialmente em território indígena.</p>
<p>Antes mesmo da confirmação do envio das doses, o Estado já havia estruturado uma resposta técnica para pleitear a participação na estratégia nacional, inicialmente restrita a poucos municípios brasileiros.</p>
<p>O secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, destacou que a inclusão de Mato Grosso do Sul é resultado desse trabalho antecipado.<br />
“Desde o início, acompanhamos o avanço da chikungunya no Estado e, diante do agravamento do cenário em Dourados, estruturamos uma resposta técnica consistente para garantir a inclusão de Mato Grosso do Sul. Essa é uma medida baseada em evidências e na necessidade de ampliar a proteção da população”, afirmou.</p>
<p><strong>Estratégia piloto e articulação estadual</strong></p>
<p>A vacina contra a chikungunya já foi aprovada pela Anvisa e está em fase 4 de monitoramento, etapa que avalia a efetividade em condições reais de uso.</p>
<p>No Brasil, o imunizante está sendo utilizado de forma controlada, dentro de uma estratégia piloto conduzida pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Butantan, já implementada em municípios selecionados de diferentes estados.</p>
<p>A secretária-adjunta de Saúde, Crhistinne Maymone, destacou que a inclusão do Estado foi construída de forma integrada entre as áreas técnicas da SES.<br />
“Essa é uma construção coletiva, que envolveu as equipes de imunização, vigilância e assistência. Trabalhamos de forma coordenada para apresentar um cenário técnico consistente, que demonstrasse a necessidade e a capacidade do Estado em participar dessa estratégia”, afirmou.</p>
<p><strong>Critérios técnicos e prioridade para Dourados</strong></p>
<p>A definição dos municípios que recebem a vacina segue critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, como situação epidemiológica, capacidade operacional e estrutura de vigilância.</p>
<p>Nesse contexto, Dourados se enquadra como área prioritária, especialmente pelo impacto da doença nas comunidades indígenas.</p>
<p>A Coordenadora de Imunização, Ana Paula Goldfinger, explicou que Mato Grosso do Sul não estava entre os territórios inicialmente contemplados.<br />
“Foram selecionados municípios em outros estados e, naquele momento, Mato Grosso do Sul não havia sido incluído. Por isso, elaboramos um documento técnico conjunto, envolvendo imunização e arboviroses, para demonstrar que o Estado reúne os critérios necessários para participação na estratégia”, destacou.</p>
<p>Segundo ela, o cenário recente foi determinante para reforçar a solicitação.<br />
“A emergência no território indígena de Dourados, com ocorrência de óbitos por chikungunya, reforçou o pedido de inclusão com prioridade para a aldeia, considerando o risco e a necessidade de resposta rápida”, completou.</p>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-536840" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-2.jpeg" alt="" width="300" height="225" data-id="536840" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-536839" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-1.jpg" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-1.jpg 730w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-1-300x197.jpg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-1-350x230.jpg 350w" alt="" width="730" height="480" data-id="536839" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-536841" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-3.jpeg" sizes="auto, (max-width: 348px) 100vw, 348px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-3.jpeg 348w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-3-300x225.jpeg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/chikungunya-3-320x240.jpeg 320w" alt="" width="348" height="261" data-id="536841" /></figure>
</figure>
<p><strong>Treinamento e início da vacinação</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde já confirmou o envio de equipes para capacitação dos profissionais de saúde em Mato Grosso do Sul. A estratégia terá início pela população indígena, com treinamento específico nos territórios, voltado aos profissionais que atuam diretamente nessas comunidades.</p>
<p>O gerente de Imunização, Frederico Moraes, destacou a importância da preparação das equipes.<br />
“O treinamento é fundamental para garantir a aplicação segura da vacina e o correto monitoramento dos casos, conforme os protocolos estabelecidos. A estratégia começa pela população indígena justamente pelo cenário epidemiológico mais sensível”, explicou.</p>
<p>Além disso, o Instituto Butantan também realizará treinamento com equipes de sala de vacina no Estado, com agenda prevista para a próxima semana, reforçando a organização da rede para o início da vacinação.</p>
<p><strong>Perspectivas e ampliação</strong></p>
<p>Por se tratar de uma estratégia piloto, a vacinação contra a chikungunya ainda ocorre de forma restrita e monitorada no país. A expectativa é que, a partir dos resultados obtidos, haja ampliação progressiva da oferta do imunizante no SUS.</p>
<h6>
Fotos: Arquivo SES</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/estado-articula-para-trazer-vacina-da-chikungunya-para-ms-e-garante-inclusao-em-estrategia-piloto-nacional/">Estado articula para trazer vacina da chikungunya para MS e garante inclusão em estratégia piloto nacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rota do Ônibus do Hemosul amplia doações percorrendo municípios do interior de MS</title>
		<link>https://www.tvon.la/rota-do-onibus-do-hemosul-amplia-doacoes-percorrendo-municipios-do-interior-de-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41007</guid>

					<description><![CDATA[<p>A unidade itinerante da hemorrede estadual segue percorrendo Mato Grosso do Sul ao longo de março com a rota do Hemosul Móvel, iniciativa que leva estrutura para coleta de sangue e cadastro de doadores de medula óssea a diferentes regiões do Estado. O veículo é totalmente equipado com estrutura para coletas internas, sistema de climatização, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/rota-do-onibus-do-hemosul-amplia-doacoes-percorrendo-municipios-do-interior-de-ms/">Rota do Ônibus do Hemosul amplia doações percorrendo municípios do interior de MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A unidade itinerante da hemorrede estadual segue percorrendo Mato Grosso do Sul ao longo de março com a rota do Hemosul Móvel, iniciativa que leva estrutura para coleta de sangue e cadastro de doadores de medula óssea a diferentes regiões do Estado.</p>
<p>O veículo é totalmente equipado com estrutura para coletas internas, sistema de climatização, equipamentos laboratoriais e espaços adaptados para triagem, coleta e acolhimento dos doadores. A proposta é ampliar o alcance das campanhas e facilitar o acesso da população à doação de sangue e ao cadastro de voluntários para medula óssea.</p>
<p>A estratégia busca aproximar o serviço da população e estimular a participação de novos voluntários, contribuindo para a manutenção dos estoques da hemorrede estadual. A expectativa é atender gradualmente os 79 municípios sul-mato-grossenses, especialmente àqueles onde o acesso às unidades fixas era mais limitado.</p>
<p>“Atualmente, apenas entre 10 e 15 municípios contam com estrutura para coletas externas. Com a unidade móvel conseguimos ampliar esse alcance e fortalecer os estoques estratégicos da hemorrede, garantindo suporte para cirurgias, atendimentos de urgência e tratamentos em todo o Estado”, explica o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa.</p>
<p><strong>Solidariedade no campus</strong><br />
<a href="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-10.13.02.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45667 " src="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-11-at-10.13.02-e1773771989864.jpeg" alt="" width="462" height="466" /></a>Antes de seguir para as agendas de coleta no interior do Estado, a equipe realizou uma mobilização na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande. Em dois dias de coleta, a ação resultou em 57 bolsas de sangue arrecadadas — sendo 37 no primeiro dia e 20 no segundo.</p>
<p>A iniciativa também incentivou o cadastro de novos voluntários no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea). Ao todo, 51 pessoas realizaram o cadastro, com 26 registros no primeiro dia e 25 no segundo.</p>
<p>Entre os participantes estava Vitor Alex, cadeirante que realizou sua primeira doação de sangue, reforçando a importância da mobilização e mostrando que a solidariedade pode vir de diferentes histórias e trajetórias.</p>
<p>Primeiro a participar da campanha da unidade móvel na UFMS, o doador Breno Minervini Garcia Terra destacou a importância da iniciativa. “Já sou doador desde 2014 e me sinto muito importante fazendo parte de uma campanha que salva vidas. Doem sangue, gente, é muito importante. Pode não parecer agora, mas a gente pode precisar no futuro. E quanto mais sangue disponível, maior será o número de vidas que conseguimos salvar”.</p>
<p><strong>Calendário</strong><br />
A agenda do Hemosul Móvel continua ao longo de março com atendimentos em municípios do interior. A unidade estará em Brasilândia no dia 24, segue para Aparecida do Taboado no dia 25 e encerra a rota do mês em Inocência no dia 26, ampliando o alcance da campanha e reforçando a rede de solidariedade entre os sul-mato-grossenses.</p>
<p>A programação completa da unidade itinerante pode ser acompanhada no site oficial da Rede Hemosul clicando <a href="https://www.hemosul.ms.gov.br/unidade-movel-de-coleta/">aqui</a>, onde a população encontra o calendário atualizado das ações, locais de atendimento e orientações sobre como participar das campanhas de coleta.</p>
<p><a href="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Apresentacao-da-Nova-Unidade-Movel-da-Rede-Hemosul-Foto-Bruno-Rezende-02-scaled-1-768x512-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-45668 alignleft" src="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Apresentacao-da-Nova-Unidade-Movel-da-Rede-Hemosul-Foto-Bruno-Rezende-02-scaled-1-768x512-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>“A unidade móvel tem papel fundamental para aproximar o serviço da comunidade. Muitas pessoas querem doar, mas nem sempre conseguem se deslocar até um hemocentro. Quando levamos a coleta até esses espaços, facilitamos o acesso, estimulamos novos doadores e ampliamos também o cadastro de voluntários para doação de medula óssea”, finaliza a coordenadora da Rede Hemosul, Marina Sawada Torres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>
Fotos: Hemosul</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/rota-do-onibus-do-hemosul-amplia-doacoes-percorrendo-municipios-do-interior-de-ms/">Rota do Ônibus do Hemosul amplia doações percorrendo municípios do interior de MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital Regional de Três Lagoas realiza 1ª cirurgia cerebral pelo SUS para tratar Parkinson em MS</title>
		<link>https://www.tvon.la/hospital-regional-de-tres-lagoas-realiza-1a-cirurgia-cerebral-pelo-sus-para-tratar-parkinson-em-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=41015</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Um procedimento inédito pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso do Sul marcou um avanço no tratamento de pacientes com doença de Parkinson. Neste mês foi realizada a primeira cirurgia de implante de eletrodos para estimulação cerebral na rede pública estadual. A cirurgia ocorreu no Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/hospital-regional-de-tres-lagoas-realiza-1a-cirurgia-cerebral-pelo-sus-para-tratar-parkinson-em-ms/">Hospital Regional de Três Lagoas realiza 1ª cirurgia cerebral pelo SUS para tratar Parkinson em MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Um procedimento inédito pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso do Sul marcou um avanço no tratamento de pacientes com doença de Parkinson. Neste mês foi realizada a primeira cirurgia de implante de eletrodos para estimulação cerebral na rede pública estadual. A cirurgia ocorreu no Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas (MS), unidade administrada pelo Instituto Acqua em parceria com a SES (Secretaria de Estado da Saúde).</p>
<p>O paciente submetido ao procedimento foi o servidor público aposentado Gilberto Barbieri, de 58 anos, morador de Nova Andradina (MS), município localizado a 260 quilômetros de Três Lagoas. Há cerca de 15 anos ele convive com os sintomas da doença, que começaram com tremores nas mãos e evoluíram para limitações motoras mais severas ao longo do tempo.</p>
<p><strong>A doença</strong></p>
<p>Parkinson é uma enfermidade neurológica crônica, degenerativa e progressiva que afeta os movimentos, causando tremores de repouso, rigidez muscular, lentidão de movimentos e instabilidade postural.</p>
<p>Para Gilberto ela apareceu com um tremor em suas mãos. A preocupação o levou a procurar ajuda médica e, após passar por exames e consultas em hospitais de sua cidade, Campo Grande, Dourados e São Paulo, recebeu o diagnóstico de doença de Parkinson.</p>
<p>Desde então, a rotina mudou significativamente. Atividades simples do dia a dia passaram a exigir mais esforço. “Não tenho mais a vitalidade que tinha antes. Tudo piorou na minha vida com a chegada da doença”, relata.</p>
<p>Há mais de dez anos, ele depende de medicamentos para controlar os sintomas da doença, tomando doses ao longo do dia em intervalos de cerca de três horas. Embora auxiliem no controle do Parkinson, os remédios também provocam efeitos colaterais, como movimentos involuntários constantes. Essa agitação contínua acabou fazendo com que ele perdesse peso.</p>
<p>“Quando o efeito do remédio passa, entro no que os médicos chamam de estado ‘OFF’, quando penso no movimento, mas meu corpo não responde e vou paralisando”, explica.</p>
<p>Para ele, a cirurgia representa a possibilidade de reduzir a quantidade de medicação e recuperar parte da qualidade de vida. “O que eu quero é diminuir os remédios e ter mais controle sobre meu próprio corpo”, afirma.</p>
<p><strong>Como funciona a cirurgia </strong></p>
<p><a href="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/HR3L-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45634 " src="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/HR3L-1.jpeg" alt="" width="524" height="261" /></a>O procedimento realizado no hospital é chamado de implante de eletrodo para estimulação cerebral, técnica utilizada em casos específicos e mais graves de Parkinson para ajudar no controle dos sintomas motores.</p>
<p>A cirurgia consiste na implantação de eletrodos em áreas profundas do cérebro responsáveis por modular os circuitos ligados ao controle dos movimentos. Conforme explica o médico neurocirurgião Eduardo Cintra Abib, responsável pelo procedimento, os eletrodos são implantados em uma região chamada núcleo subtalâmico.</p>
<p>“Colocamos um eletrodo de cada lado do cérebro, porque cada hemisfério controla o lado oposto do corpo. Durante a cirurgia o paciente permanece acordado, para podermos testar os movimentos e identificar o ponto exato de estimulação que melhora sintomas como tremor e rigidez”, detalhou.</p>
<p>Após o implante, os eletrodos são conectados a um pequeno dispositivo semelhante a um marca-passo, implantado na região do peito. O aparelho envia impulsos elétricos ao cérebro que ajudam a regular a atividade responsável pelos movimentos.</p>
<p>O neurocirurgião esclarece que nem todos os pacientes com Parkinson podem realizar esse tipo de cirurgia. Existem critérios médicos para a indicação, como ter pelo menos cinco anos de tratamento, já ter utilizado diferentes tipos de medicamentos e estar em um estágio da doença no qual os remédios já não conseguem mais controlar bem os sintomas. Nesses casos, a cirurgia passa a ser uma alternativa de tratamento. Segundo o especialista, a técnica pode reduzir em até 80% a necessidade de medicamentos, além de melhorar significativamente a mobilidade e a qualidade de vida do paciente.</p>
<p>Integraram a equipe principal, além de Eduardo Abib, o neurocirurgião Marco Aurélio Fernandes Teixeira, os anestesistas Ariane Freitas Neves e Walter Chimello Balhester e os profissionais de enfermagem Raisa Carvalho Batista e Felipe Gabriel Rocini Araújo.</p>
<p><strong>Recuperação e acompanhamento</strong></p>
<p>Após o procedimento, realizado no dia 05 de março, Gilberto permaneceu um dia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e mais dois dias em observação, recebendo alta hospitalar no dia 8 de março. Dentro de duas semanas ele retornará ao hospital para a etapa de programação do dispositivo implantado, quando serão realizados os primeiros ajustes da estimulação.</p>
<p>“O sistema possui vários pontos de contato no eletrodo. A corrente elétrica pode ser direcionada para áreas específicas, de acordo com os sintomas predominantes de cada paciente, como tremor, rigidez ou instabilidade. No retorno vamos avaliar como foi a rotina dele e ajustar o dispositivo conforme a necessidade”, ressaltou Eduardo.</p>
<p><strong>Esperança de uma nova rotina</strong></p>
<p>Para Gilberto, a cirurgia representa a possibilidade de recuperar autonomia e retomar atividades que ficaram mais difíceis nos últimos anos. “Quero poder fazer coisas simples sem ser refém dos remédios, sem tremer ou ficar paralisado. Quero viajar, pescar, visitar minha irmã que mora em uma fazenda em Pontes Lacerda, no Mato Grosso, e pegar meus netos no colo sem medo de derrubá-los”, conta.</p>
<p>A esposa, Elcia Oliveira Umbelino Barbieri, de 56 anos, com quem Gilberto é casado há 36 anos, acompanhou todo o processo e também vê a cirurgia com esperança.</p>
<p>“Hoje sou motorista oficial dele. Hesitamos de sair de casa, dá receio de ir em eventos, festas, porque temos receio de o efeito do remédio acabar e ele congelar ou começar a tremer em público. As pessoas ficam olhando e é uma situação constrangedora, por isso muitas vezes preferimos ficar em casa, em certas ocasiões. Agora temos esperança de que a vida volte a ser mais tranquila”, disse.</p>
<p><strong>Marco para a saúde pública de MS </strong></p>
<p>Para o diretor técnico do Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, Marllon Nunes, a realização do procedimento representa um avanço importante para a saúde pública do estado.</p>
<p>“Este procedimento representa um avanço para o SUS em Mato Grosso do Sul. Oferecer uma cirurgia de alta complexidade como a estimulação cerebral profunda demonstra a capacidade técnica do hospital e reforça seu papel como referência regional e estadual em assistência especializada, ampliando o acesso da população a tratamentos inovadores”, destacou.</p>
<h6><em><a href="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/HR3L-3.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-45635 size-full" src="https://www.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/HR3L-3.jpeg" alt="" width="1395" height="900" /></a><br />
</em><em><br />
</em><br />
Fotos: HR3L</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/hospital-regional-de-tres-lagoas-realiza-1a-cirurgia-cerebral-pelo-sus-para-tratar-parkinson-em-ms/">Hospital Regional de Três Lagoas realiza 1ª cirurgia cerebral pelo SUS para tratar Parkinson em MS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital Regional de Dourados amplia produção e ultrapassa 6,6 mil atendimentos</title>
		<link>https://www.tvon.la/hospital-regional-de-dourados-amplia-producao-e-ultrapassa-66-mil-atendimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 10:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=40995</guid>

					<description><![CDATA[<p>O HRD (Hospital Regional de Dourados) registrou crescimento na produção assistencial ao longo do terceiro quadrimestre de 2025. De setembro a dezembro de 2025, a produção global da unidade alcançou 6.697 atendimentos, média de aproximadamente 1.674 atendimentos por mês. De acordo com dados da unidade, no comparativo com agosto, quando foram realizados 1.239 atendimentos assistenciais, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/hospital-regional-de-dourados-amplia-producao-e-ultrapassa-66-mil-atendimentos/">Hospital Regional de Dourados amplia produção e ultrapassa 6,6 mil atendimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O HRD (Hospital Regional de Dourados) registrou crescimento na produção assistencial ao longo do terceiro quadrimestre de 2025. De setembro a dezembro de 2025, a produção global da unidade alcançou 6.697 atendimentos, média de aproximadamente 1.674 atendimentos por mês.</p>
<p>De acordo com dados da unidade, no comparativo com agosto, quando foram realizados 1.239 atendimentos assistenciais, o aumento foi superior a 430 atendimentos mensais. O crescimento reflete a implantação progressiva das unidades, a ampliação da capacidade instalada e a consolidação dos fluxos assistenciais, fortalecendo a regionalização da saúde e a redução da necessidade de deslocamento de pacientes para outros municípios.</p>
<p>Para o paciente Jacinto Maximiano Pinheiro, do município de Batayporã, o atendimento recebido no HRD foi ágil e eficiente desde o início do processo. “Passei pela Policlínica em novembro, onde fiz todos os preparativos pré-operatórios, e em dezembro já realizei minha cirurgia. Fiquei extremamente satisfeito com o atendimento e com a agilidade em todas as etapas, desde as consultas até o procedimento. Só tenho a agradecer a toda a equipe pelo cuidado e atenção”, disse o paciente.</p>
<div id="gallery-1" class="gallery galleryid-534671 gallery-columns-1 gallery-size-full">
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="attachment-full size-full" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-scaled.jpg" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-scaled.jpg 1920w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-300x188.jpg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-1024x640.jpg 1024w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-768x480.jpg 768w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-1536x960.jpg 1536w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-2048x1280.jpg 2048w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Fachada-Hospital-Regional-de-Dourados-1-350x219.jpg 350w" alt="" width="1920" height="1200" aria-describedby="gallery-1-530022" /></a></div><figcaption id="gallery-1-530022" class="wp-caption-text gallery-caption">Foto: Saul Schramm</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Impacto positivo na região</strong></p>
<p>Esses números traduzem a expansão gradual do acesso da população regional a consultas, exames e procedimentos, contribuindo para a redução de deslocamentos para outras regiões do Estado e para o fortalecimento da resolutividade da rede pública de saúde.</p>
<p>O crescimento está diretamente relacionado à abertura da Policlínica Cone Sul, em setembro do último ano, e ao início das atividades da Unidade I, no último mês de dezembro, consolidando o complexo hospitalar como referência regional.</p>
<p>Para a Diretora Administrativa e Financeira do HRD, Liza Flores Figueiredo, os resultados refletem o papel estratégico da unidade. “O crescimento da produção assistencial demonstra que o hospital vem cumprindo sua função de apoiar a rede regional e ampliar o acesso da população do Cone Sul aos serviços especializados, de forma organizada, segura e alinhada às diretrizes do sistema público de saúde”, destaca a diretora.</p>
<h6><em>Foto de capa: HRD</em></h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/hospital-regional-de-dourados-amplia-producao-e-ultrapassa-66-mil-atendimentos/">Hospital Regional de Dourados amplia produção e ultrapassa 6,6 mil atendimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pelo quarto ano consecutivo, HRMS recebe indicador máximo em segurança do paciente</title>
		<link>https://www.tvon.la/pelo-quarto-ano-consecutivo-hrms-recebe-indicador-maximo-em-seguranca-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 20:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=40958</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pelo quarto ano seguido, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) alcançou o indicador máximo em segurança do paciente, conforme levantamento realizado pela Vigilância Sanitária Estadual. A instituição foi classificada com “alta conformidade” em relação às práticas adotadas, e aos critérios preconizados para a assistência segura em ambiente hospitalar. A avaliação considerou hospitais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/pelo-quarto-ano-consecutivo-hrms-recebe-indicador-maximo-em-seguranca-do-paciente/">Pelo quarto ano consecutivo, HRMS recebe indicador máximo em segurança do paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo quarto ano seguido, o HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) alcançou o indicador máximo em segurança do paciente, conforme levantamento realizado pela Vigilância Sanitária Estadual. A instituição foi classificada com “alta conformidade” em relação às práticas adotadas, e aos critérios preconizados para a assistência segura em ambiente hospitalar.</p>
<p>A avaliação considerou hospitais que possuem UTI adulto e analisou o desempenho das unidades ao longo do último ano. Atualmente, o HRMS dispõe de 29 leitos de UTI adulto, além de 8 leitos de UTI pediátrica, 10 de UTI Neonatal e 10 leitos na UCO (Unidade Coronariana) — setor destinado ao atendimento intensivo de pacientes com doenças cardíacas graves. A estrutura coloca o hospital como uma das principais referências em alta complexidade no Estado.</p>
<p>Em unidades hospitalares com esse perfil — que reúnem UTI adulto, centro cirúrgico e centro obstétrico —, são avaliados 21 indicadores. Entre os critérios observados estão a existência e o funcionamento do Núcleo de Segurança do Paciente, a implantação de protocolos como os de prevenção de lesão por pressão e de identificação segura do paciente, além de outras práticas assistenciais consideradas estratégicas para a segurança.</p>
<p>Ao final da avaliação realizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os hospitais são classificados em três níveis, conforme o percentual de conformidade dos indicadores de estrutura e processo: alta conformidade, quando atingem entre 67% e 100%; média conformidade, com resultados entre 34% e 66%; e baixa conformidade, quando registram de 0% a 33%.</p>
<div id="gallery-1" class="gallery galleryid-533961 gallery-columns-2 gallery-size-full">
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/pelo-quarto-ano-consecutivo-hrms-recebe-indicador-maximo-em-seguranca-do-paciente/02-42/"><img loading="lazy" decoding="async" class="attachment-full size-full" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/02-1.jpeg" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/02-1.jpeg 1024w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/02-1-300x169.jpeg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/02-1-768x433.jpeg 768w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/02-1-350x197.jpeg 350w" alt="" width="1024" height="577" /></a></div>
</figure>
<figure class="gallery-item">
<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/pelo-quarto-ano-consecutivo-hrms-recebe-indicador-maximo-em-seguranca-do-paciente/01-56/"><img loading="lazy" decoding="async" class="attachment-full size-full" src="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1.jpeg" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1.jpeg 1024w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1-300x169.jpeg 300w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1-768x433.jpeg 768w, https://agenciadenoticias.ms.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1-350x197.jpeg 350w" alt="" width="1024" height="577" /></a></div>
</figure>
</div>
<p>No HRMS, o Núcleo de Segurança do Paciente foi instituído em 2013. Desde então, atua de forma estruturada na promoção de ações voltadas à qualificação do cuidado, com foco na redução de riscos e na melhoria contínua dos processos assistenciais. O núcleo desenvolve atividades que incluem o mapeamento de situações de risco, a implantação e atualização de protocolos, a capacitação permanente das equipes, o monitoramento de indicadores e o fortalecimento da cultura de segurança entre os profissionais.</p>
<p>Para a chefe do Núcleo de Segurança do Paciente do HRMS, enfermeira Simone Carvalho, o reconhecimento é resultado de um trabalho coletivo e permanente. “A segurança do paciente não é uma ação pontual, mas um compromisso diário de toda a equipe. Trabalhamos com protocolos bem definidos, monitoramento constante dos indicadores e capacitação contínua dos profissionais. Esse resultado demonstra a maturidade dos nossos processos e o empenho das equipes assistenciais”, destaca.</p>
<p>A diretora-presidente da Funsau (Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul), Marielle Alves Corrêa Esgalha, explica que o desempenho das UTIs reflete a prioridade dada à qualidade na rede pública estadual. “Receber o indicador máximo por quatro anos consecutivos mostra que o HRMS mantém um padrão elevado de assistência. Isso é fundamental quando falamos de unidades de terapia intensiva, que atendem pacientes em situação de maior gravidade, e é um reconhecimento do trabalho desenvolvido diariamente, graças aos investimentos do Governo do Estado”, afirma a médica.</p>
<h6>
<em>Fotos: Patrícia Belarmino</em></h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/pelo-quarto-ano-consecutivo-hrms-recebe-indicador-maximo-em-seguranca-do-paciente/">Pelo quarto ano consecutivo, HRMS recebe indicador máximo em segurança do paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MS recebe 7,8 mil doses da vacina contra dengue para trabalhadores da Atenção Primária</title>
		<link>https://www.tvon.la/ms-recebe-78-mil-doses-da-vacina-contra-dengue-para-trabalhadores-da-atencao-primaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=40952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em meio ao aumento no número de casos de dengue e à mobilização nacional para ampliar a proteção dos trabalhadores da saúde, Mato Grosso do Sul avança na organização de sua estratégia de imunização. O Estado receberá a primeira remessa da vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan, destinada exclusivamente aos trabalhadores da APS [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/ms-recebe-78-mil-doses-da-vacina-contra-dengue-para-trabalhadores-da-atencao-primaria/">MS recebe 7,8 mil doses da vacina contra dengue para trabalhadores da Atenção Primária</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio ao aumento no número de casos de dengue e à mobilização nacional para ampliar a proteção dos trabalhadores da saúde, Mato Grosso do Sul avança na organização de sua estratégia de imunização. O Estado receberá a primeira remessa da vacina contra a dengue, produzida pelo Instituto Butantan, destinada exclusivamente aos trabalhadores da APS (Atenção Primária à Saúde).</p>
<p>Na quinta-feira (19), Mato Grosso do Sul recebe 7.878 doses da vacina atenuada contra a dengue, referentes a essa primeira remessa. As doses integram a estratégia nacional de vacinação de trabalhadores da APS do SUS (Sistema Único de Saúde) em todo o país.</p>
<p>O imunizante é indicado para pessoas de 15 a 59 anos, 11 meses e 29 dias de idade, independentemente de infecção prévia pela doença e sem histórico de vacinação anterior contra a dengue com outro imunizante. Nesta etapa inicial, a vacinação contemplará exclusivamente trabalhadores que atuam nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde).</p>
<p>A SES (Secretaria de Estado de Saúde) também recebeu do Ministério da Saúde o guia orientativo com as indicações e diretrizes que irão nortear a aplicação do imunizante e subsidiar o alinhamento com os municípios, garantindo o início oportuno da vacinação no Estado.</p>
<p>Estão incluídos na vacinação profissionais de saúde que exercem atividades assistenciais e de prevenção, como médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem e odontólogos; equipes multiprofissionais, como nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, assistentes sociais e farmacêuticos; Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias; além de trabalhadores administrativos e de apoio das unidades, como recepcionistas, vigilantes, equipes de limpeza, cozinheiros, auxiliares e motoristas de ambulâncias, entre outros.</p>
<p>A distribuição das doses aos municípios seguirá critérios técnicos definidos pelo Ministério da Saúde. As orientações sobre o início da vacinação e a organização da estratégia serão repassadas às secretarias municipais de saúde.</p>
<p>Como parte desse processo, a SES realiza nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, uma reunião por webconferência com os coordenadores de imunização dos 79 municípios sul-mato-grossenses. O encontro terá como pauta o alinhamento da estratégia de vacinação contra a dengue com o imunizante do Butantan, a programação anual de vacinação, além de informes e notas técnicas do PNI (Programa Nacional de Imunizações).</p>
<p>De acordo com o gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, a articulação prévia com os municípios é fundamental para garantir agilidade e segurança na execução da estratégia. “Estamos organizando o Estado para que a vacinação ocorra de forma padronizada e eficiente. O alinhamento com os coordenadores municipais permite esclarecer dúvidas, reforçar as recomendações do Ministério da Saúde e assegurar que as doses cheguem rapidamente a quem está na linha de frente da Atenção Primária”, destacou.</p>
<p>A SES reforça que, além da vacinação, é fundamental que a população mantenha as medidas de prevenção para evitar a proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em> — transmissor da dengue, chikungunya e Zika — como eliminar recipientes que acumulam água parada, manter caixas d’água bem vedadas e permitir a entrada dos agentes de endemias nas residências. A combinação entre imunização e controle do vetor é essencial para reduzir casos e proteger a população em todo o Estado.</p>
<h6><em><br />
</em>Foto: Divulgação/Governo de SP</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/ms-recebe-78-mil-doses-da-vacina-contra-dengue-para-trabalhadores-da-atencao-primaria/">MS recebe 7,8 mil doses da vacina contra dengue para trabalhadores da Atenção Primária</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Telessaúde de Mato Grosso do Sul lidera cobertura no Centro-Oeste e cresce mais de 500%</title>
		<link>https://www.tvon.la/telessaude-de-mato-grosso-do-sul-lidera-cobertura-no-centro-oeste-e-cresce-mais-de-500/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=40942</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a implantação das bases da saúde digital no território estadual, a estratégia tem ampliado o acesso à atenção especializada e contribuído diretamente para a redução das filas de regulação no SUS (Sistema Único de Saúde). Houve expansão consistente da telemedicina e do telediagnóstico, com incorporação estruturada, em 2025, de modalidades como tele-ECG, teledermatologia, teleoftalmologia, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/telessaude-de-mato-grosso-do-sul-lidera-cobertura-no-centro-oeste-e-cresce-mais-de-500/">Telessaúde de Mato Grosso do Sul lidera cobertura no Centro-Oeste e cresce mais de 500%</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a implantação das bases da saúde digital no território estadual, a estratégia tem ampliado o acesso à atenção especializada e contribuído diretamente para a redução das filas de regulação no SUS (Sistema Único de Saúde). Houve expansão consistente da telemedicina e do telediagnóstico, com incorporação estruturada, em 2025, de modalidades como tele-ECG, teledermatologia, teleoftalmologia, teleconsultas, teleinterconsultas e teleconsultorias na Rede de Atenção à Saúde, elevando a resolutividade do atendimento.</p>
<p>O principal destaque é o tele-ECG (tele-eletrocardiograma), com 84.880 exames realizados em 2025, consolidado como uma das ferramentas clínicas mais utilizadas na rede pública. No mesmo período, as teleinterconsultas somaram 18.630 atendimentos, fortalecendo o suporte especializado às equipes da Atenção Primária e qualificando a condução clínica dos pacientes nos próprios municípios.</p>
<p>De acordo com monitoramento do Ministério da Saúde, todos os municípios do estado contam com ofertas de telessaúde e avançam na organização do uso dos serviços, alinhados aos eixos do Programa SUS Digital: cultura e educação permanente em saúde digital; soluções e serviços tecnológicos; e interoperabilidade e uso estratégico da informação.</p>
<p><strong>Cobertura e impacto na regulação</strong></p>
<p>A ampliação do telediagnóstico impactou a regulação estadual. Atualmente, 60 municípios utilizam tele-ECG e 28 contam com teledermatologia. Outros 8 participaram da campanha itinerante de teleoftalmologia, com 954 exames realizados, ampliando o acesso a diagnóstico especializado.</p>
<p>Quatorze municípios apresentam alto índice de resolutividade via teleatendimento, com redução expressiva e em alguns casos, eliminação da demanda reprimida por especialidades, entre eles: Caracol, Aquidauana, Pedro Gomes, Brasilândia, Coxim, Fátima do Sul, Angélica, Anastácio, Deodápolis, Rio Negro, Sidrolândia, Selvíria, Vicentina e Bandeirantes.</p>
<p>Para a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, o próximo passo é consolidar o uso contínuo das ferramentas.<br />
“Os avanços demonstram o potencial da telessaúde para ampliar o acesso e reduzir desigualdades. Agora, é fundamental integrar as soluções digitais à rotina dos serviços, com fluxos organizados e equipes engajadas para gerar impacto permanente no cuidado”, destaca.</p>
<p><strong>Estrutura e política de saúde digital</strong></p>
<p>A política estadual é coordenada pela Superintendência de Saúde Digital da SES (Secretaria de Estado de Saúde) em articulação com os municípios. Segundo a superintendente Marcia Tomasi, a prioridade é qualificar o uso da estrutura já implantada.<br />
“A base tecnológica está disponível em todo o estado. O foco é apoiar as equipes na incorporação da telessaúde ao processo de trabalho, fortalecendo a rede assistencial”, afirma.</p>
<p>O avanço é sustentado por portarias federais publicadas em 2025 que reforçam a política de saúde digital no SUS e por investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com envio de kits multimídia e equipamentos para Unidades Básicas de Saúde, ampliando a capacidade de teleatendimento e telediagnóstico.</p>
<p><strong>Modalidades e especialidades</strong></p>
<p>O Núcleo de Telessaúde oferta atendimento remoto em diversas especialidades e formatos. As teleconsultorias, síncronas ou assíncronas, contemplam áreas como clínica médica, infectologia, dermatologia, pediatria, nefrologia, obstetrícia, hematologia, psiquiatria, endocrinologia, pneumologia, neurologia, geriatria, reumatologia, ortopedia, medicina de família, psicologia, nutrição e enfermagem.</p>
<p>As teleinterconsultas promovem troca técnica entre profissionais para apoio à decisão clínica em especialidades como cardiologia, endocrinologia, pneumologia, neurologia, pediatria, psiquiatria, nefrologia, infectologia e gastroenterologia, incluindo gestação de alto risco.</p>
<p>Já as teleconsultas conectam especialista e paciente diretamente, ampliando o acesso a áreas como endocrinologia, pneumologia, neurologia, pediatria, psicologia, nutrição, reumatologia e ortopedia.</p>
<p>Segundo a coordenadora do Telessaúde da SES, Rosângela Dobbro, a diversidade de modalidades sustenta os resultados alcançados.<br />
“A telessaúde aproxima o especialista do cidadão e apoia as equipes locais. Isso se reflete em mais acesso, cuidado qualificado e maior resolutividade da rede”, ressalta.</p>
<h6>
Foto: Agência Brasil</h6>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/telessaude-de-mato-grosso-do-sul-lidera-cobertura-no-centro-oeste-e-cresce-mais-de-500/">Telessaúde de Mato Grosso do Sul lidera cobertura no Centro-Oeste e cresce mais de 500%</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
