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	<title>Justiça | TvOn News - Informação e Entretenimento</title>
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	<title>Justiça | TvOn News - Informação e Entretenimento</title>
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		<title>Lei do Processo Administrativo entra em vigor em MS e redefine regras no serviço público</title>
		<link>https://www.tvon.la/lei-do-processo-administrativo-entra-em-vigor-em-ms-e-redefine-regras-no-servico-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 14:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrou em vigor ontem (25) a Lei nº 6.490, que cria o Marco do Processo Administrativo de Mato Grosso do Sul. A norma estabelece diretrizes unificadas para a condução de processos do Poder Executivo Estadual, com a proposta de simplificar rotinas, dar mais segurança jurídica e tornar os procedimentos mais ágeis e padronizados. Antes da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor ontem (25) a Lei nº 6.490, que cria o Marco do Processo Administrativo de Mato Grosso do Sul. A norma estabelece diretrizes unificadas para a condução de processos do Poder Executivo Estadual, com a proposta de simplificar rotinas, dar mais segurança jurídica e tornar os procedimentos mais ágeis e padronizados.</p>
<p>Antes da nova legislação, o Estado operava com regras fragmentadas, aplicáveis apenas a áreas específicas — como o processo tributário — além de normas infralegais. Com o novo marco, tanto a administração pública quanto os cidadãos passam a ter parâmetros claros sobre prazos, deveres e garantias, o que contribui para reduzir conflitos e aumentar a previsibilidade das decisões.</p>
<p>O texto da lei foi construído por um grupo técnico da PGE/MS (Procuradoria-Geral do Estado), integrado pela procuradora-geral do Estado, Ana Carolina Ali Garcia, pelo procurador-geral adjunto do Consultivo, Ivanildo Costa, e pelas procuradoras Marcela Gaspar, Ana Lígia Zanin e Luiza Iara Borges Daniel.</p>
<p>Entre os pontos centrais estão a preservação de direitos fundamentais, como o respeito ao contraditório, a aplicação da norma mais favorável ao administrado e a proibição de dupla punição pelo mesmo fato.</p>
<p>Para a procuradora-geral do Estado, a legislação representa um avanço institucional. “O marco legal organiza e moderniza a atuação administrativa. O processo eletrônico passa a ser a regra e há autorização para uso de inteligência artificial nas decisões, o que contribui para dar mais eficiência e rapidez aos procedimentos”, afirmou.</p>
<p>A lei também estimula a adoção de soluções consensuais. “Há um incentivo claro à celebração de acordos entre o Estado e os cidadãos, fortalecendo a cultura do diálogo. Além disso, a norma aproxima o processo administrativo do Código de Processo Civil, prevendo cooperação institucional, contagem de prazos em dias úteis e suspensão dos prazos administrativos nos mesmos períodos dos prazos judiciais”, destacou.</p>
<p>Outro avanço é a ampliação dos instrumentos de participação social, com a previsão de consultas e audiências públicas, fortalecendo a transparência e o controle social.</p>
<p>De acordo com o procurador Ivanildo Costa, os efeitos práticos são imediatos. “O cidadão ganha em rapidez e clareza. Os advogados passam a atuar com mais segurança, e a administração se beneficia com procedimentos padronizados, menos burocracia e melhor aproveitamento dos recursos públicos”, avaliou.</p>
<p>Com a entrada em vigor da lei, Mato Grosso do Sul passa a dispor de um regramento moderno e abrangente para os processos administrativos, alinhado às boas práticas de gestão e à busca por um Estado mais eficiente e acessível.</p>
<h6><em><br />
</em>Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo</h6>
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		<title>Polícia Federal faz nova operação contra o Banco Master</title>
		<link>https://www.tvon.la/policia-federal-faz-nova-operacao-contra-o-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:29:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal realiza nesta manhã de quarta-feira (14) a segunda fase da Operação Compliance Zero para investigar, novamente, o Banco Master do empresário Daniel Vorcaro.  As autoridades apuram prática de crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Ao todo, 42 mandados de busca e apreensão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal realiza nesta manhã de quarta-feira (14) a segunda fase da Operação Compliance Zero para investigar, novamente, o Banco Master do empresário Daniel Vorcaro. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674919&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674919&amp;o=node" /></p>
<p>As autoridades apuram prática de crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Ao todo, 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridos em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.</p>
<p>Também há medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que ultrapassam os R$ 5,7 bilhões.</p>
<p>A operação tem como objetivo interromper a atuação da organização criminosa, além de recuperar ativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Em novembro, o ex-presidente do BRB e Daniel Vorcaro foram alvos da Operação Compliance Zero, que investiga a concessão de créditos falsos. As fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões em títulos forjados.</p>
<p>Em março de 2025, o BRB anunciou a intenção de comprar o Master por R$ 2 bilhões, mas o Banco Central (BC) rejeitou a negociação. Em novembro, foi decretada a falência da instituição de Vorcaro.</p>
<h6>Dê: Agência Brasil/Foto: Rovena Rosa</h6>
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		<title>Julgamento de Bolsonaro começa na terça e terá oito sessões</title>
		<link>https://www.tvon.la/julgamento-de-bolsonaro-comeca-na-terca-e-tera-oito-sessoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 14:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia na próxima terça-feira (2) o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).  Cerca de dois anos e meio após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia na próxima terça-feira (2) o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656471&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656471&amp;o=node" /></p>
<p>Cerca de dois anos e meio após os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, a Corte realizará um julgamento histórico, que pode levar para a prisão um ex-presidente da República e generais do Exército pela acusação de golpe de Estado, medida inédita após a redemocratização do país.</p>
<p>Para garantir a tranquilidade do julgamento, o Supremo preparou um esquema especial de segurança para restringir a circulação de pessoas nos edifícios da Corte, além de varredura com cães farejadores em busca de bombas e uso de drones.</p>
<p>O julgamento terá ampla cobertura jornalística. A Corte recebeu 501 pedidos de credenciamento de profissionais da imprensa nacional e internacional interessados em noticiar o julgamento.</p>
<p>Em um procedimento inédito, o Supremo também fez o credenciamento de pessoas interessadas em acompanhar a deliberação de forma presencial. Segundo a Corte, foram 3.357 inscrições de interessados, entre advogados e cidadãos.</p>
<p>Apesar do grande número de inscritos, somente os primeiros 1.200 pedidos serão atendidos, devido à limitação de espaço.</p>
<p>Os contemplados vão acompanhar o julgamento na sala da Segunda Turma da Corte, por meio de um telão, e não poderão ficar na Primeira Turma, onde o será o julgamento. O espaço será destinado somente aos advogados dos réus e aos profissionais de imprensa.</p>
<p>Foram disponibilizados 150 lugares para cada uma das oito sessões de julgamento, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro.</p>
<p>Nos dias 2,9 e 12, as sessões serão realizadas no período da manhã e da tarde, com pausa para o almoço. Nos dias 3 e 10, o julgamento ocorrerá somente pela manhã.</p>
<h2>Saiba os horários das sessões</h2>
<p>2 de setembro – 9h e 14h;<br />
3 de setembro – 9h;<br />
9 de setembro – 9h e 14h;<br />
10 de setembro –9h;<br />
12 de setembro – 9h e 14h.</p>
<h2>Quem são os réus?</h2>
<p>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</p>
<p>Alexandre Ramagem &#8211; ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</p>
<p>Almir Garnier- ex-comandante da Marinha;</p>
<p>Anderson Torres &#8211; ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</p>
<p>Augusto Heleno &#8211; ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</p>
<p>Paulo Sérgio Nogueira &#8211; ex-ministro da Defesa;</p>
<p>Walter Braga Netto &#8211; ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</p>
<p>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;</p>
<h2>Rito</h2>
<p>O rito que será adotado no julgamento está previsto no Regimento Interno do STF e na Lei 8.038 de 1990, norma que regulamenta as regras processuais do tribunal.</p>
<p>No dia 2 de setembro, às 9h, primeiro dia de julgamento, a sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin.</p>
<p>Em seguida, o ministro chamará o processo para julgamento e dará a palavra a Alexandre de Moraes, que fará a leitura do relatório com o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.</p>
<p>Após a leitura do relatório, Zanin passará a palavra para a acusação e as defesas dos réus.</p>
<h2>Acusação</h2>
<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, será responsável pela acusação. Ele terá a palavra pelo prazo de até duas horas para defender a condenação dos réus.</p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Após a sustentação da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor dos acusados. Eles terão prazo de até uma hora para suas considerações.</p>
<h2>Crimes</h2>
<p>Todos os réus respondem no Supremo pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição.</p>
<p>A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.</p>
<p>Ramagem continua respondendo pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.</p>
<h2>Votos</h2>
<p>O primeiro a votar será Alexandre de Moraes, relator da ação penal. Em sua manifestação, o ministro vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonardo e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.</p>
<p>Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre a questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito.</p>
<p>Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.</p>
<h2>Sequência de votação</h2>
<p>Após o voto do relator, os demais integrantes da turma vão proferir seus votos na seguinte sequência:</p>
<p>Flávio Dino;<br />
Luiz Fux;<br />
Cármen Lúcia;<br />
Cristiano Zanin;</p>
<p>A condenação ou absolvição ocorrerá com o voto da maioria de três dos cinco ministros da turma.</p>
<h2>Pedido de vista</h2>
<p>Um pedido de vista do processo não está descartado. Pelo regimento interno, qualquer integrante da Corte pode pedir mais tempo para analisar o caso e suspender o julgamento. Contudo, o processo deve ser devolvido para julgamento em 90 dias.</p>
<h2>Prisão</h2>
<p>A eventual prisão dos réus que forem condenados não vai ocorrer de forma automática após o julgamento e só poderá ser efetivada após julgamento dos recursos contra a condenação.</p>
<p>Em caso de condenação, os réus devem ficar em alas especiais de presídios ou nas dependências das Forças Armadas.</p>
<p>Oficiais do Exército têm direito à prisão especial, de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). O núcleo 1 tem cinco militares do Exército, um da Marinha e dois delegados da Polícia Federal, que também podem ser beneficiados pela restrição.</p>
<h2>Núcleos</h2>
<p>A denúncia da trama golpista foi dividida pela PGR em quatro núcleos. O núcleo crucial, ou núcleo 1, formado por Jair Bolsonaro, será o primeiro ser julgado. As demais ações penais estão em fase de alegações finais, última etapa antes do julgamento, que deverá ocorrer ainda este ano.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex">
<h6 class="title abs-position">Dê: Agência Brasil/ Foto: Lula Marques</h6>
<div class="capa-noticia-relacionada"></div>
</div>
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		<item>
		<title>PF aponta que Bolsonaro movimentou R$ 30,5 milhões em um ano</title>
		<link>https://www.tvon.la/pf-aponta-que-bolsonaro-movimentou-r-305-milhoes-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 01:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório da Polícia Federal sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente movimentou R$ 30,5 milhões nas suas contas entre março de 2023 e fevereiro de 2024. Os valores fazem parte do relatório de inteligência financeira do Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que foi usado pela PF [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O relatório da Polícia Federal sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente movimentou R$ 30,5 milhões nas suas contas entre março de 2023 e fevereiro de 2024.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1655456&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1655456&amp;o=node" /></p>
<p>Os valores fazem parte do relatório de inteligência financeira do Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, que foi usado pela PF no inquérito que indiciou Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, no caso do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.</p>
<p>O relatório não cita ilegalidades quanto à origem dos recursos movimentados por Bolsonaro, mas relata cerca de 50 comunicações de movimentações atípicas envolvendo o ex-presidente, e pessoas ligadas a ele, como o filho, Eduardo, e a esposa, Michele Bolsonaro.</p>
<p>Das 50 transações, quatro informaram operações suspeitas em contas de Bolsonaro e outras quatro nas contas de Eduardo. Outras 42 operações foram feitas em contas de terceiros.</p>
<p>De acordo com os investigadores, as movimentações &#8220;apresentam indícios de possíveis práticas de lavagem de dinheiro ou outros ilícitos&#8221;.</p>
<p>Entre as operações atípicas, consta o repasse de R$ 2 milhões para bancar a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A transferência foi feita em 13 de maio deste ano e já era de conhecimento público, confirmada pelo próprio Bolsonaro.</p>
<p>O valor faz parte do montante de R$ 19 milhões recebido de doações de apoiadores, via Pix, entre 2023 e 2024.</p>
<p>O Coaf registrou outra operação de 3 milhões da conta de Bolsonaro para Michele. De acordo com a PF, a quantia foi omitida pelo ex-presidente no depoimento prestado durante as investigações.</p>
<p>Nossa equipe tentou contato com a defesa de Jair Bolsonaro para comentar o relatório sobre as movimentações financeiras, mas não teve retorno até o fechamento desta reportagem.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro</title>
		<link>https://www.tvon.la/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 23:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Moraes também determinou a realização de busca e apreensão na casa do ex-presidente, em Brasília. O ministro também estabeleceu novas medidas contra Bolsonaro. Dessa forma, o ex-presidente está proibido de receber visitas, exceto dos advogados. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1653145&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1653145&amp;o=node" /></p>
<p>Moraes também determinou a realização de busca e apreensão na casa do ex-presidente, em Brasília. O ministro também estabeleceu novas medidas contra Bolsonaro. Dessa forma, o ex-presidente está proibido de receber visitas, exceto dos advogados. Além disso, ele está proibido de usar celulares, inclusive de terceiros.</p>
<p>A medida foi determinada após o descumprimento da medida cautelar que impedia o ex-presidente de usar as redes sociais de terceiros.</p>
<p>Ontem (3), durante os atos de apoio realizados em todo o país, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo em suas redes sociais com a manifestação do ex-presidente.</p>
<p>No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.</p>
<p>Em sua decisão (acesse aqui a íntegra do documento), o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem. Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Bolsonaro, pois o réu produziu material para publicação nas redes sociais de seus três filhos e de todos os seus seguidores e apoiadores políticos, com claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e apoio, ostensivo, à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.</p>
<p>Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Deputada Carla Zambelli é presa na Itália</title>
		<link>https://www.tvon.la/deputada-carla-zambelli-e-presa-na-italia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 00:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=39930</guid>

					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Carla Zambelli foi presa pela polícia italiana na tarde desta terça-feira (29), em Roma. A informação foi confirmada por fontes da Polícia Federal. A deputada tinha fugido do Brasil logo após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio deste ano, a 10 anos de prisão por invasão aos sistemas eletrônicos do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada federal Carla Zambelli foi presa pela polícia italiana na tarde desta terça-feira (29), em Roma. A informação foi confirmada por fontes da Polícia Federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652470&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652470&amp;o=node" /></p>
<p>A deputada tinha fugido do Brasil logo após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio deste ano, a 10 anos de prisão por invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde então, ela estava foragida da Justiça brasileira e na lista de procurados da Interpol.</p>
<p>Em nota, a Polícia Federal afirma que &#8220;a presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário&#8221;.</p>
<p>O deputado italiano Angelo Bonelli disse em sua conta no X que denunciou à polícia italiana um endereço em Roma no qual Zambelli estaria hospedada.</p>
<p>&#8220;Carla Zambelli está em um apartamento em Roma. Dei o endereço à polícia, e a polícia já está identificando Zambelli&#8221;, publicou Bonelli na rede X.</p>
<div class="twitter-tweet twitter-tweet-rendered"><iframe id="twitter-widget-0" class="" title="X Post" src="https://platform.twitter.com/embed/Tweet.html?creatorScreenName=agenciabrasil&amp;dnt=false&amp;embedId=twitter-widget-0&amp;features=eyJ0ZndfdGltZWxpbmVfbGlzdCI6eyJidWNrZXQiOltdLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X2ZvbGxvd2VyX2NvdW50X3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9iYWNrZW5kIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19yZWZzcmNfc2Vzc2lvbiI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZm9zbnJfc29mdF9pbnRlcnZlbnRpb25zX2VuYWJsZWQiOnsiYnVja2V0Ijoib24iLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X21peGVkX21lZGlhXzE1ODk3Ijp7ImJ1Y2tldCI6InRyZWF0bWVudCIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZXhwZXJpbWVudHNfY29va2llX2V4cGlyYXRpb24iOnsiYnVja2V0IjoxMjA5NjAwLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X3Nob3dfYmlyZHdhdGNoX3Bpdm90c19lbmFibGVkIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19kdXBsaWNhdGVfc2NyaWJlc190b19zZXR0aW5ncyI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdXNlX3Byb2ZpbGVfaW1hZ2Vfc2hhcGVfZW5hYmxlZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdmlkZW9faGxzX2R5bmFtaWNfbWFuaWZlc3RzXzE1MDgyIjp7ImJ1Y2tldCI6InRydWVfYml0cmF0ZSIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfbGVnYWN5X3RpbWVsaW5lX3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9mcm9udGVuZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9fQ%3D%3D&amp;frame=false&amp;hideCard=false&amp;hideThread=false&amp;id=1950281469122756699&amp;lang=pt&amp;origin=https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2025-07%2Fdeputada-carla-zambelli-e-presa-da-italia&amp;sessionId=916e7b714fb09ab91bea3a766fc0536c14223bc1&amp;siteScreenName=agenciabrasil&amp;theme=light&amp;widgetsVersion=2615f7e52b7e0%3A1702314776716&amp;width=550px" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-tweet-id="1950281469122756699" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>Em junho, o deputado havia solicitado ao governo italiano urgência na extradição de Zambelli. À época ele defendeu que não se pode usar a cidadania italiana para escapar de uma condenação.</p>
<p>Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), episódio ocorrido em 2023. Segundo as investigações, a invasão foi executada pelo hacker Walter Delgatti, que confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar. Duas semanas após ser condenada, a deputada deixou o Brasil para evitar o cumprimento da pena.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Em vídeo publicado na internet, o advogado de defesa da parlamentar, Fabio Pagnozzi, afirma que ela decidiu se entregar às autoridades italianas para colaborar administrativamente com os pedidos das autoridades. Segundo ele, Zambelli nunca foi foragida na Itália, mas estava esperando um posicionamento oficial para se apresentar.</p>
<p>No mesmo vídeo, Zambelli afirma que se apresentaria às autoridades italianas e que estava segura dessa decisão.</p>
<p>A parlamentar do PL disse ainda que não voltará ao Brasil para cumprir a pena estabelecida pela condenação imposta a ela pelo STF.</p>
<p>“Se eu tiver que cumprir qualquer pena, vai ser aqui na Itália, que é um país justo e democrático. Estou segura que, analisando todos os processos de cabo a rabo, eles vão perceber que eu sou inocente.&#8221;</p>
<h2>Porte de armas</h2>
<p>Carla Zambelli responde também a um processo criminal no STF. Em agosto de 2023, Zambelli virou ré no Supremo pelo episódio em que ela sacou uma arma de fogo e perseguiu o jornalista Luan Araújo, às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.</p>
<p>A perseguição começou após Zambelli e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.</p>
<p>Até o momento, o Supremo registrou placar de 6 votos a 0 para condenar a parlamentar a 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto. No entanto, um pedido de vista do ministro Nunes Marques adiou a conclusão do julgamento.</p>
<h6>Dê: Agência Brasil/Foto:Lula Marques/ Agência Brasil</h6>
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		<title>Ferramenta do TJMS soluciona 191 conflitos de vagas escolares sem judicialização</title>
		<link>https://www.tvon.la/ferramenta-do-tjms-soluciona-191-conflitos-de-vagas-escolares-sem-judicializacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 13:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de mediar de forma eficaz os conflitos relacionados à matrícula e à transferência de estudantes na rede pública de ensino, evitando a judicialização, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), lançou no final de maio a Plataforma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Com o objetivo de mediar de forma eficaz os conflitos relacionados à matrícula e à transferência de estudantes na rede pública de ensino, evitando a judicialização, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), lançou no final de maio a Plataforma de Acesso às Vagas Escolares.</div>
<div></div>
<div>Neste primeiro momento, a plataforma atende às demandas da capital do Estado e, em seu mês inaugural de funcionamento, recebeu 191 pedidos. Desse total, 118 já foram atendidos e outros 73 estão em andamento, dentro do prazo de atendimento.</div>
<div></div>
<div>Os números apontam a eficácia da plataforma em cumprir seu propósito: em apenas um mês, foram evitadas 191 ações judiciais que seriam processadas pela Vara da Infância, da Adolescência e do Idoso de Campo Grande.</div>
<div></div>
<div>O desenvolvimento da ferramenta foi idealizado pela juíza titular da vara, Katy Braun do Prado, em parceria com o Nupemec, sob coordenação geral do desembargador José Ale Ahmad Netto. O projeto contou com o apoio da Secretaria de Tecnologia da Informação e da Secretaria de Comunicação para a criação da plataforma, por meio da qual os pedidos podem ser realizados diretamente pelos pais, tutores ou defensores públicos.</div>
<div></div>
<div>A plataforma está disponível no <a href="https://esaj.tjms.jus.br/petpg-conciliacao/abrirSolicitacaoConciliacaoPreProcessual.do">site do Tribunal de Justiça de MS</a>. O formulário é simples e intuitivo, e os pedidos são gerenciados pelo Nupemec, que realiza a intermediação das demandas com o Município.</div>
<div></div>
<div><b>Saiba mais –</b> Desenvolvida em cooperação com a Defensoria Pública, a iniciativa tem como objetivo mediar de forma eficaz os conflitos relacionados à matrícula e à transferência de estudantes na rede pública de ensino. A proposta é oferecer uma plataforma digital no âmbito do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Defensoria Pública, proporcionando à população uma alternativa mais ágil e menos burocrática para garantir o acesso à educação.</div>
<div></div>
<div>Com a nova ferramenta, há redução da judicialização dos casos e maior agilidade para que crianças e adolescentes ingressem ou se mantenham nas instituições de ensino. A mediação é realizada por meio de atendimentos especializados, promovendo o diálogo entre as famílias e a administração pública.</div>
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		<title>Inteligência Artificial vai acelerar análise de processos de abertura e alteração de empresas em MS</title>
		<link>https://www.tvon.la/inteligencia-artificial-vai-acelerar-analise-de-processos-de-abertura-e-alteracao-de-empresas-em-ms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 12:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um recurso tecnológico avançado será utilizado pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) na análise dos processos de abertura, fechamento e alterações contratuais de empresas: a Inteligência Artificial. Dessa forma, a Jucems dá um passo a mais na revolução digital que transformou completamente a rotina de trabalho e os trâmites processuais do órgão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um recurso tecnológico avançado será utilizado pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) na análise dos processos de abertura, fechamento e alterações contratuais de empresas: a Inteligência Artificial. Dessa forma, a Jucems dá um passo a mais na revolução digital que transformou completamente a rotina de trabalho e os trâmites processuais do órgão, conferindo celeridade, segurança, facilidade e amplo acesso aos usuários.</p>
<p>O uso da Inteligência Artificial para análise dos processos foi apresentado ao secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, durante a reunião do Conselho de Administração da Jucems, realizada na tarde de terça-feira (24).</p>
<p>Este era o principal item da pauta, que teve ainda outros assuntos para deliberação dos conselheiros. Como titular da secretaria à qual a Jucems é vinculada, Jaime Verruck também preside seu Conselho Administrativo.</p>
<p>&#8220;É mais um instrumento que busca exatamente a segurança jurídica, agilidade e eficiência na abertura de empresas no Estado. Nós analisamos a viabilidade e aprovamos. A ideia é de que façamos o lançamento no Congresso da Fenaju (Federação Nacional das Juntas Comerciais) que acontecerá em setembro, em Mato Grosso do Sul&#8221;, disse Verruck.</p>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apontamentos</strong></p>
<p>A Inteligência Artificial será utilizada, num primeiro momento, na análise da documentação fornecida pelo empresário ou seu contador, no processo de alteração contratual da empresa.</p>
<p>Dados que podem estar divergentes nos formulários, em relação aos documentos fornecidos, ou mesmo inconsistências legais de enquadramento, são detectados pela IA e um aviso de &#8216;apontamento&#8217; é informado ao usuário, que tem a opção de fazer a correção ou prosseguir com o trâmite. Se prosseguir e, ainda assim, a IA insistir na inconsistência dos dados, o processo terá que ser analisado por um auditor para ser finalizado.</p>
<p>Esse sistema já é utilizado pela Junta Comercial e Industrial do Rio Grande do Sul e está sendo testado no banco de dados da Jucems. Os ajustes necessários para adaptar a IA à realidade de Mato Grosso do Sul está em processamento para que o recurso seja disponibilizado ao público em outubro deste ano, conforme disse o presidente da Jucems, Nivaldo Domingos da Rocha.</p>
<p>&#8220;É um recurso desenvolvido pela Junta Comercial do Rio Grande do Sul, disponibilizado dentro do convênio RedeSim Conectada, que envolve nove Juntas Comerciais em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas), que fez toda transformação digital de nossa Junta e que agora avança trazendo ainda mais modernidade e celeridade nos processos digitais já implantados&#8221;, disse Rocha.</p>
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</div>
<p><strong>Recordes</strong></p>
<p>Com o processo de digitalização e simplificação dos serviços, a Jucems tem batido recordes seguidos no número de abertura de empresas. Relatório apresentado na reunião mostrou que, desde o início do ano e até 18 de junho, já tinham sido constituídas 6.507 empresas no Estado. No mesmo período do ano passado foram abertas 5.727 empresas em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Durante todos os meses desse ano o número de registros supera a casa do milhar. Em janeiro foram abertas 1.298 empresas, em fevereiro 1.251, em março 1.201, em abril 1.118 e em maio, 1.003. Até o dia 18 de junho já somavam 636 novos registros, o que indica que o total do mês também vai superar o milhar.</p>
<p>Outro assunto da pauta foi uma portaria da Receita Federal que, na visão do presidente da Jucems, representa um retrocesso no ritmo de celeridade e simplificação que a RedeSim vem conferindo nos processos das juntas comerciais e industriais. No trâmite atual, o CNPJ da empresa é emitido junto com o registro e a Receita quer que esse procedimento seja feito à parte, através do sistema do próprio órgão, o que pode gerar demora na conclusão do processo.</p>
<p>O secretário Jaime Verruck demonstrou preocupação com a exigência da Receita e sugeriu que o assunto seja discutido na próxima reunião do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae, para que o órgão possa se posicionar e propor ao Conselho Nacional uma gestão junto ao Ministério da Fazenda e à direção da Receita Federal no sentido de rever essa decisão.  Mesma providência deve ser feita quando da realização do Congresso da Fenaju, em setembro próximo.</p>
<h6><em><br />
</em>Foto de capa: Bruno Rezende/Secom/Arquivo<br />
Internas: Mairinco de Pauda/Semadesc</h6>
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		<title>TJMS lança plataforma para mediação de vagas escolares na rede pública</title>
		<link>https://www.tvon.la/tjms-lanca-plataforma-para-mediacao-de-vagas-escolares-na-rede-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 19:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), lançou na manhã desta terça-feira, dia 27 de maio, no Salão Pantanal, a Plataforma de Acesso às Vagas Escolares. O objetivo é resolver impasses entre o poder público e a população, evitando a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), lançou na manhã desta terça-feira, dia 27 de maio, no Salão Pantanal, a Plataforma de Acesso às Vagas Escolares. O objetivo é resolver impasses entre o poder público e a população, evitando a judicialização. Neste momento, a plataforma atenderá as demandas da capital do Estado.</div>
<div></div>
<div>O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Dorival Renato Pavan, destacou que frequentemente o Poder Judiciário é acionado para determinar judicialmente a obtenção dessas vagas. A criação da plataforma tem como finalidade evitar a necessidade de recorrer à via judicial.</div>
<div></div>
<div>O desenvolvimento da ferramenta foi idealizado pela juíza da Vara da Infância, da Adolescência e do Idoso de Campo Grande, Katy Braun do Prado, junto ao Nupemec. O projeto contou com o apoio da Secretaria de Tecnologia da Informação e da Secretaria de Comunicação para a criação da plataforma, onde os pedidos poderão ser realizados diretamente pelos pais, tutores ou defensores públicos.</div>
<div></div>
<div>Conforme explica a magistrada, essa demanda — que até pouco tempo era distribuída para as varas da Fazenda Pública — passou a ser encaminhada às varas da Infância. Como titular da área, a juíza pôde dimensionar a gravidade do problema, especialmente no que diz respeito aos pedidos de vagas para a educação infantil.</div>
<div></div>
<div>“Havia um déficit de 13 mil vagas escolares”, explicou a magistrada. Só em 2024, ela julgou três mil processos desse tipo. Apesar de serem processos simples de julgar, o alto volume prejudica o andamento de outras ações que exigem atenção da juíza, sobretudo aquelas relacionadas à proteção de crianças.</div>
<div></div>
<div>Como solução, e tomando como exemplo a plataforma da Saúde — também desenvolvida pelo TJMS para a solicitação de medicamentos pelo próprio usuário —, a magistrada propôs a criação de uma plataforma semelhante voltada à educação pública.</div>
<div></div>
<div>A plataforma está disponível pelo <a href="https://esaj.tjms.jus.br/petpg-conciliacao/abrirSolicitacaoConciliacaoPreProcessual.do">site do Tribunal de Justiça de MS</a>. O formulário é bastante simples e intuitivo e os pedidos serão gerenciados pelo Nupemec, que fará a intermediação das demandas com o Município.</div>
<div></div>
<div><b>Saiba mais –</b> Desenvolvida em colaboração com a Defensoria Pública, a iniciativa tem como objetivo mediar de forma eficaz os conflitos relacionados à matrícula e à transferência de estudantes na rede pública de ensino. A proposta é oferecer uma plataforma digital no âmbito do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Defensoria Pública, proporcionando à população uma alternativa mais ágil e menos burocrática para garantir o acesso à educação.</div>
<div></div>
<div>Com a nova ferramenta, espera-se reduzir a judicialização dos casos e assegurar com mais rapidez que crianças e adolescentes ingressem ou se mantenham nas instituições de ensino. A mediação será realizada por meio de atendimentos especializados, promovendo o diálogo entre as famílias e a administração pública.</div>
<div></div>
<div>Segundo informado pela Prefeitura Municipal ao Judiciário, o déficit na educação pública em Campo Grande atualmente é de cinco mil vagas.</div>
<p>O post <a href="https://www.tvon.la/tjms-lanca-plataforma-para-mediacao-de-vagas-escolares-na-rede-publica/">TJMS lança plataforma para mediação de vagas escolares na rede pública</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tvon.la">TvOn News - Informação e Entretenimento</a>.</p>
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		<item>
		<title>TJMS reforça mobilização pelo fim do feminicídio com a 2ª Caminhada Todos Por Elas</title>
		<link>https://www.tvon.la/tjms-reforca-mobilizacao-pelo-fim-do-feminicidio-com-a-2a-caminhada-todos-por-elas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 23:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tvon.la/?p=39517</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, promove no dia 31 de maio, às 15 horas, a 2ª Caminhada Todos Por Elas, evento que integra a segunda fase da campanha permanente de enfrentamento à violência contra a mulher e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, promove no dia 31 de maio, às 15 horas, a 2ª Caminhada Todos Por Elas, evento que integra a segunda fase da campanha permanente de enfrentamento à violência contra a mulher e pelo fim do feminicídio.</div>
<div></div>
<div>A ação será realizada na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, com percurso aproximado de 1 km. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo <a href="https://www5.tjms.jus.br/todosporelas/#caminhada">site oficial da campanha</a>.</div>
<div></div>
<div>A campanha Todos Por Elas é uma iniciativa interinstitucional do TJMS, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul e do Governo do Estado, e tem como objetivo principal fortalecer a rede de proteção às mulheres, por meio da conscientização e da implementação de ações práticas que promovam segurança, dignidade e igualdade.</div>
<div></div>
<div>Além da caminhada, a programação da campanha prevê ações sociais nos bairros de Campo Grande. Em julho, uma mobilização será realizada nas Moreninhas, com oferta de serviços essenciais e apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade. “Teremos esta ação para reunir os parceiros, mobilizar a sociedade e divulgar iniciativas em prol das mulheres, com um olhar sensível e humanizado, colaborando para que saiam do ciclo de violência e não se tornem mais um número nas estatísticas”, destacou a desembargadora Jaceguara Dantas da Silva, coordenadora da campanha e responsável pela Coordenadoria Estadual da Mulher do TJMS.</div>
<div></div>
<div>Durante a caminhada, os participantes contarão com estrutura de apoio composta por segurança, serviços médicos e distribuição de água. Não será permitida a entrada de pets, bicicletas ou outros veículos no percurso, e recomenda-se que cada pessoa leve sua própria garrafa de água.</div>
<div></div>
<div>A campanha Todos Por Elas também será realizada de forma simultânea nas cinco maiores cidades do interior do Estado, com atividades culturais, informativas e de mobilização social, envolvendo mulheres, homens e crianças.</div>
<div></div>
<div>Participe e fortaleça esse movimento pela vida!</div>
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